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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Mangá "Astro Boy" com estética ocidental

Mangá "Astro Boy" com estética ocidental

Símbolo da cultura nipônica, "Astro Boy", o menino robô que foi visto pela primeira vez em um mangá japonês em 1951, estreará nos cinemas pelas mãos de vários profissionais latinos com experiência em criar animação para Hollywood.

O novo "Astro Boy" manterá a essência do desenho de Osamu Tezuka, considerado o "deus do mangá" e "pai do anime" (animação japonesa), mas será mais adolescente e menos criança -em vez dos 8 anos, terá 12-, e alternará sua seminudez com cenas em que usará roupa normal para reforçar seu lado humano.

O projeto, que será lançado em outubro nos Estados Unidos e no início de 2010 na América Latina, foi adaptado à atual tendência de Hollywood de buscar histórias nas origens de personagens conhecidos, como aconteceu com Batman, X-Men ou a saga Star Wars.

"É um retorno ao mangá original", assegurou à imprensa o diretor do filme, o britânico David Bowers ("Por Água Abaixo", 2006), que descartou ter tomado como referência as séries de televisão sobre o personagem nas décadas de 60, 80 e em 2003.

A recriação desse símbolo japonês foi um desafio para a equipe do filme, que teve o argentino Luis Grane à frente da criação de personagens, o espanhol José Valencia como diretor de fotografia e a britânica de origem chilena Pilar Flynn nas tarefas de produção.

A ideia do estúdio Imagi era recuperar este símbolo japonês robotizado e transformá-lo em um fenômeno mundial que sirva de senha de identidade da companhia, que tem intenção de competir com Pixar e DreamWorks Animation.

"Astro Boy" voltará à vida com vocação de saga, por isso o roteiro desta presumível primeira parte é uma apresentação do personagem.

A trama conta desde sua fabricação, devido à obsessão de um pai que deseja preencher o vazio deixado por seu filho morto, ao drama de uma criança diferente que procura seu lugar no mundo e que acaba se transformando em um herói.

Fonte: Yahoo Notícias

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Mononucleose - A doença do beijo

Mononucleose - A doença do beijo

A monucleose, popularmente conhecida como Doença do Beijo, tem sintomas parecidos com os da gripe, mas não possui sintomas respiratórios, vacina ou tratamento antiviral específico. Só um exame aprofundado pode diagnosticá-la.

Que beijar é bom, ninguém discute. Mas é preciso ficar alerta, já que algumas doenças podem ser transmitidas pelo beijo. Uma delas, muito comum, mas pouco conhecida, é a monucleose.

A Doença do Beijo, como é conhecida popularmente, é uma síndrome infecciosa que acomete principalmente indivíduos entre 15 e 25 anos. Ela é causada pelo vírus Epstein-Barr, que atua sobre os linfócitos do organismo. "A doença é frequentemente confundida com a gripe, por apresentar sintomas como febre alta, odinofagia (dor durante a deglutição dos alimentos), tosse, artralgias (dor nas articulações), cansaço, falta de apetite, dor de cabeça, calafrios, desconforto abdominal, vômitos e dores musculares. A mononucleose, no entanto, não apresenta sintomas respiratórios", explica a patologista Flávia Segatto, do Pasteur/Diagnósticos da América.

Cerca de 60% da população adulta tem exame que comprova a infecção prévia, mas a maioria desconhece. "A mononucleose é conhecida como Doença do Beijo não apenas por ser transmitida ao beijar, mas também pelo fato das amídalas ficarem muito hipertrofiadas e quase se tocarem", explica o infectologista Jaime Rocha, também do corpo clínico do Pas-teur/Diagnósticos da América.

Enquanto a gripe possui vacina e tem tratamento antiviral específico, o mesmo não ocorre com a mononucleose. A infecção é controlada pelo próprio organismo depois de duas semanas, mas nesse período pode ser transmitida. "O paciente recupera-se espontaneamente, porém uma pequena proporção de doentes necessita de meses. Sendo autolimitada, é uma doença que pode passar sem diagnóstico confirmado caso o paciente não procure serviço médico adequado e faça os exames corretamente", explica Dra. Flávia.

Fonte: Copacabana Runners

terça-feira, 2 de junho de 2009

Perfil dos usuários do Twitter

Perfil dos usuários do Twitter

O perfil dos brasileiros que acessam o Twitter é basicamente homem, entre 21 e 30 anos, solteiros e estão mais concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro, com 61%. Isto é o que mostra o resultado da pesquisa feita pela agência de marketing promocional Bullet entre 27 e 29 de abril com 3268 usuários no país.

De acordo com a pesquisa, estes usuários são estudantes de ensino superior ou graduados em universidades e costumam passar cerca de 50 horas por semana na web. Além de acessarem o Twitter, aproximadamente 60% são formadores de opinião e têm seu próprio blog e conhecem o Twitter através de amigos e posts.

Um dado interessante para as empresas é que 54% dos usuários tem interesse em ações publicitárias desde que sejam relevantes. Apesar disso, 51% dos entrevistados não participaram de ações no Twitter, mas tem interesse, enquanto 33% já participaram de alguma ação feita no site.

Outro dado que favorece a entrada de empresas nesta ferramenta é que cerca de 70% dos usuários no Brasil segue ou já seguiu perfis corporativos, eventos ou campanhas publicitárias. Outros resultados sobre perfil, comportamento, compartilhamento de informações, conversações, confiança e publicidade estão no site http://www.bullet.com.br.

Fonte: Mundo do Marketing