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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Novo gibi confirma que Batwoman é lésbica

Novo gibi confirma que Batwoman é lésbica

Uma nova revista em quadrinhos será lançada em junho nos Estados Unidos pela DC Comics confirmando que a Batwoman - a versão feminina do super-herói Batman - é lésbica, um rumor que circula entre os fãs de quadrinhos há mais de dois anos.

Em maio de 2006, quando os autores Greg Rucka e J.H. Williams 3º começaram a trabalhar em uma nova história da Batwoman, um artigo do jornal americano New York Times revelou a orientação sexual da heroína.

O artigo provocou polêmica e repercutiu entre os fãs de quadrinhos, mas a homossexualidade da heroína nunca havia sido confirmada pelos autores até agora.

"Sim, ela é lésbica. Ela também é ruiva", disse Greg Rucka em entrevista ao site especializado em quadrinhos, Comic Book Resources.

A versão moderna da heroína apareceu pela primeira vez em junho de 2006 na edição 52 da revista Detective Comics. O artigo do jornal descrevia Kate Kane - a Batwoman - como uma "socialite lésbica à noite e uma combatente contra o crime mais tarde da noite".

"Vamos deixar tudo claro", disse Rucka ao Comic Book Resources. "A orientação sexual dela não havia sido revelada no número 52. Foi revelada em um artigo do New York Times. E o artigo do New York Times recebeu muita atenção e foi copiado em tudo que é lugar e citações do artigo vieram misteriosamente do [editor] Dan Didio, coisas que ele nunca disse, então quando ela apareceu no número 52 o que aconteceu foi que todo mundo disse: 'Ah, é a edição gay'."

O autor confirma que Bette Kayne - a Batgirl - também estará presente na nova revista, mas não dá mais detalhes sobre a relação entre a personagem e a Batwoman. O Comissário Gordon, personagem do Batman, também aparecerá no novo gibi.

A edição 854 do Detective Comics com a Batwoman será lançada pela DC Comics em junho nos Estados Unidos.

Fonte: BBC

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Google anuncia serviço gratuito na internet de medição de energia

Google anuncia serviço gratuito na internet de medição de energia

O Google anunciou que vai entrar no mercado de "rede elétrica inteligente" (smart grid), com o lançamento em breve de um serviço gratuito na internet, chamado PowerMeter, que permite aos consumidores e às empresas medirem o consumo de energia de cada equipamento elétrico no momento em que ela é usada. O objetivo é permitir que o gasto seja racionalizado, evitando, por exemplo, que a TV fique ligada o dia inteiro ou usando a temperatura ideal do ar-condicionado.


A empresa está aperfeiçoando o software do PowerMeter, que indica às pessoas quais aparelhos consomem muita energia e quais são os que consomem menos. Ela citou estudos que indicam que apenas de 5 a 10% das pessoas têm acesso aos detalhes de seu consumo elétrico nas contas. O software, que está sendo testado pelos funcionários do Google, recebe informação de medidores e dispositivos elétricos "inteligentes" e, depois, envia um relatório aos usuários dos computadores, que lhes indica como estão utilizando a energia.


O serviço ainda está em fase de testes fechados, mas o Google pretende abri-lo para o público dentro de alguns meses. A empresa, no entanto, ainda não tem parcerias firmadas com fabricantes de eletrodomésticos. Ela admitiu que precisa do apoio de outras companhias, para que os aparelhos sejam feitos de forma a enviar os dados para o PowerMeter.


“Nós não temos como construir esse produto sozinhos”, disse em entrevista ao New York Times Kirsten Olsen Cahill, diretora do Google.org, o braço da empresa que atua na área de filantropia. “Dependemos de todo um ecossistema de utilitários, fabricantes e políticas que permitam que os consumidores tenham acesso detalhado ao seu gasto de energia em casa e possam tomar decisões mais inteligentes”, completou.


O blog oficial do Google.org cita estudos que afirmam que o acesso a informação sobre gastos de eletricidade em uma residência pode reduzir a conta entre 5% e 15%. Além disso, para cada seis casas que economizem 10% da energia elétrica, a redução nas emissões de carbono é similar à retirada de um carro das ruas.

Fonte: TI Inside

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Google estuda os movimentos dos olhos dos seus internautas

Google estuda os movimentos dos olhos dos seus internautas

Quando o usuário faz uma busca, a decisão de que resultado escolher é tomada em segundos. Para tentar descobrir o que desperta a atenção do internauta, o Google está estudando o movimento dos olhos.


O grupo de Pesquisa com Experiência do Usuário da empresa chegou à conclusão de que as pessoas avaliam a página com os resultados de busca tão rápido que a maior parte das decisões é incosciente.


Para tentar entender melhor o que determina as escolhas, a equipe está usando equipamentos que mapeiam os movimentos dos olhos em testes de laboratório.


"Claro que o mapeamento de olhos não nos diz o que eles estão pensando, mas nos dá uma boa ideia sobre que parte da página eles estão pensando", explicam Anne Aula e Kerry Rodden, pesquisadoras do Google.
Os testes mostram que as pessoas tendem a olhar para os resultados em uma determinada ordem – do primeiro para baixo, até que encontrem um resultado útil e cliquem. O padrão de visualização mostra que as pessoas em geral não vão além dos dois primeiros resultados.


Uma das conclusões dos pesquisadores é que ícones de imagem e vídeo podem ajudar o usuário a encontrar os resultados buscados sem atrapalhar o padrão de visualização.


Os estudos de mapeamento dos olhos não são úteis apenas para buscas. O time também aplica os testes para descobrir como melhorar outros produtos, como Google News e Image Search.

Fonte: Info

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Morreu o inventor do Playmobil

Morreu o inventor do Playmobil


Foi anunciada nesta segunda-feira (2), a morte do criador dos bonecos Playmobil, Hans Beck. Segundo a empresa alemã, Geobra, que fabrica os brinquedos, ele morreu após um longo período doente.
Aos 79 anos, o inventor morreu na sexta-feira (31), em sua residência na casa nas margens do lago de Konstanz, na fronteira entre Suíça, Alemanha e Aústria.
A invenção de Beck vendeu 2,2 bilhões de exemplares desde que começou a ser produzida em série, em 1974.
Nascido em 1929 no estado da Turíngia, ele começou a carreira com carpinteiro e especializou-se na fabricação de brinquedos, principalmente carrinhos e aviões. Ele começou a trabalhar na Geobra em 1958, para se dedicar inicialmente a maquetes de avião, maquinaria e veículos industriais.
Treze anos depois, foi para o departamento de brinquedos, com a tarefa de desenvolver uma nova linha de produtos para crianças, com bonecos e automóveis que se adequam-se a todas as profissões e ambientes.
Inicialmente, o brinquedo era direcionado para crianças até quatro anos. Mas, depois, ele foi conquistando as crianças maiores e até colecionadores adultos.
Hoje, a Geobra é uma empresa de 3.000 empregados, que exporta seus bonecos para 70 países do mundo todo.

Fonte: Correio 24 horas

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Depois da Terra, internautas vão poder explorar os oceanos

Depois da Terra, internautas vão poder explorar os oceanos

O Google Earth, que permite aos internautas um giro pelo mundo virtual, parte agora para a conquista das profundezas submarinas: a nova versão, lançada nesta segunda-feira, propõe um mergulho nessa dimensão, para que se aprenda mais sobre a vida oceânica.

"Google Earth dota-se de um novo espaço: a profundeza", explicou Jean-François Wassong, engenheiro da filial francesa, durante entrevista à imprensa em Paris.
É permitido, agora, aventurar-se nas zonas abissais no oceano ou mar escolhido, para descobrir, depois, rios e lagos que serão acrescentados nas próximas versões.

"Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e são ainda, no entanto, pouco explorados" pelo homem, destacou Florence Diss, responsável pelas parcerias geográficas do grupo.
Nadar em torno de vulcões submarinos representados em três dimensões, acompanhar a viagem de uma baleia ou visitar a Grande Barreira de coral na Austrália: a aplicação chamada "Ocean" se dirige ao mesmo tempo à comunidade científica e ao grande público que poderá partilhar suas experiências on-line, como os melhores locais para surfar.

Os internautas terão informações e fotos, além de vídeos sobre 20 temas, tais como zonas marinhas protegidas, além de observar a evolução da fauna e das "zonas mortas", onde o oxigênio é muito raro para que haja vida.
Cerca de mil sequências filmadas estão disponíveis, principalmente imagens de expedições comandadas por Jacques Cousteau, algumas ineditas.
Google Earth, que já permite explorar Marte, "amplia a missão Google, tornando acessível a todos as informações sobre os locais mais recuados do planeta", declarou Eric Schmidt, presidente do Google, citado em comunicado.

O projeto, que marca a conclusão de dois anos de colaboração com mais de 80 organismos privados e públicos, não está dirigido a "fazer dinheiro", precisou Diss que, no entanto, preferiu não revelar seu custo.
"Ocean" é antes de tudo uma operação de marketing para o grupo americano, que diz querer "sensibilizar nossos contemporâneos para os perigos que ameaçam os oceanos".

Fonte: AFP