Lomadee

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dispositivos serão controlados pela língua

Dispositivos serão controlados pela língua

A língua controla o paladar e a fala e absorve e combate os germes. Cientistas do Georgia Institute of Technology, nos EUA, querem dar a esse músculo uma nova função e transformá-lo em um controle de computador.

Pesquisadores acreditam que um sistema magnético ativado pela língua pode servir como um computador, no qual os dentes funcionam como um teclado.

"Você controla todo o ambiente com o movimento da língua", disse Maysam Ghovanloo, professor que lidera a pesquisa no Georgia Tech.

O Sistema de Orientação pela Língua transforma o músculo em um tipo de joystick, permitindo a deficientes manipularem cadeiras de roda, lidarem com tarefas domésticas e mexerem em computadores.

"Ele é capaz de oferecer infinitas opções para a comunicação", afirmou Mike Jones, vice-presidente de pesquisa e tecnologia do Shepherd Center, hospital de reabilitação em Atlanta.

Sistemas de controle que utilizam sofisticados pads para medir movimentos da cabeça e do pescoço são notórios, mas costumam ser cansativos e não funcionam em eletrônicos pequenos.

A lingual, porém, é flexível, sensível e demora mais para se cansar. Além disso, como outros músculos faciais, ela não é afetada em acidentes que paralisam a maioria dos músculos do corpo, porque obedece a comandos do cérebro, não da espinha dorsal.

Fonte: Info

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Cientistas extraem células-tronco de siso no Japão

Cientistas extraem células-tronco de siso no Japão

Pesquisadores japoneses anunciaram ter extraído células-tronco do siso de uma menina de dez anos de idade, sugerindo que o 'dente do juízo' pode ser uma fonte de células terapêuticas no futuro, em alternativa aos embriões humanos.

A célula-tronco capaz de se desenvolver fora do corpo e dar origem a outras foi identificada em um experimento do estatal Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada (AIST, na sigla em inglês) do Japão.

No experimento, a célula foi extraída de um siso que ficou congelado por três anos e utilizada para criar outras para tratar problemas de fígado.

Segundo os cientistas, a vantagem da técnica é que ela contorna problemas éticos associados à extração de células-tronco de embriões humanos.

Em vez disso, o material é obtido de dentes do siso descartados, que podem ser facilmente congelados e estocados.

Os pesquisadores estimam que em cinco anos o método poderia estar disponível para uso clínico em terapias de recuperação dos tecidos, como doenças ósseas congênitas e disfunções hepáticas.

Nos Estados Unidos, dentistas já oferecem o serviço de extrair e estocar células-tronco obtidas a partir de sisos descartados ou dentes de bebês - outra potencial fonte para células terapêuticas no futuro.

Fonte: BBC

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

"Gordura boa" pode ser nova arma contra obesidade

"Gordura boa" pode ser nova arma contra obesidade

Novas descobertas sobre a origem das células marrons de gordura -- uma gordura "boa" que queima energia e aquece o corpo -- podem levar a tratamentos inéditos contra a obesidade, anunciaram duas equipes de pesquisa nesta quarta-feira.

Em laboratório, cientistas do Instituto Dana-Farber do Câncer, em Boston, disseram ter induzido uma célula muscular imatura a se transformar em células marrons de gordura, o que sugere que essas células adiposas podem ser mais semelhantes às células musculares do que as células adiposas brancas convencionais.

Outro grupo, do Centro Joslin de Diabetes, também de Boston, descobriu que uma proteína importante no crescimento ósseo promoveu em ratos o surgimento de tecido adiposo marrom.

Os dois artigos foram publicados na revista Nature.

As células marrons de gordura liberam energia, em vez de acumulá-la, como as células brancas. Uma pessoa obesa tem muito depósito de gordura branca, e os pesquisadores acham que, se induzirem o corpo a produzir mais células marrons, as pessoas poderão perder peso.

Bruce Spiegelman, do Instituto Dana-Farber, disse por telefone que os pesquisadores tentam descobrir os genes que "ligam" as células de gordura marrom.

"O que apresentamos nesse documento é meio que um choque. Mostramos que a gordura marrom é derivada de uma célula igual à muscular, e que a gordura marrom e a gordura branca são completamente diferentes", explicou.

A equipe trabalhou com um fator genético de transcrição (espécie de "interruptor" genético) chamado PRDM16. Ao retirar esse fator das células marrons imaturas, os cientistas tiveram uma surpresa: "O tubo se encheu de músculo. O que isso significa é que as células musculares são células precursoras das células marrons de gordura", disse Spiegelman.

Fonte: Reuters

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Google investe em geotermia

Google investe em geotermia

O Google anunciou nesta terça-feira (19/08) que vai investir mais de 10 milhões de dólares em tecnologia geotérmica avançada.

A entidade filantrópica da empresa, a Google.org, afirmou que o investimento será destinado aos chamados Sistemas Geotérmicos Melhorados. Essa tecnologia permite a circulação subterrânea de água por pedras quentes, produzindo vapor para geração de energia em uma turbina.

A AltaRocky Energy receberá 6,25 milhões de dólares, a Potter Drilling, 4 milhões de dólares e o laboratório geotérmico da Universidade Metodista do Sul, nos EUA, ficará com os 489,581 dólares restantes.

Fonte: Info Online

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Cientistas criam robô com cérebro composto por neurônios de rato

Cientistas criam robô com cérebro composto por neurônios de rato


















Um robô que funciona com um cérebro composto por neurônios de rato, capaz de "aprender" comportamentos, como evitar uma parede, foi criado na Universidade de Reading (Grã-Bretanha) por um grupo de pesquisadores, "discípulos de Frankenstein".

O cérebro biológico do robô, batizado Gordon, foi gerado a partir de neurônios extraídos de um rato. Os tecidos foram colocados numa solução, separados e depois colocados em uma espécie de leito com sessenta eletrodos.

"Em 24 horas, as conexões se reforçaram, formando uma rede como num cérebro normal", explicou à AFP o responsável da equipe multidisciplinar, Kevin Warwick.

"Em uma semana ocorreram impulsos elétricos espontâneos e o que parecia ser uma atividade de cérebro comum", acrescentou.

"Utilizamos esta reação para vincular o cérebro ao robô com os eletrodos. Agora o cérebro controla o robô e ele aprende por repetição", acrescentou o cientista.

Estas pesquisas podem facilitar o estudo dos tratamentos para lutar contra as doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Parkinson...), permitindo seguir as reações dos neurônios.

Segundo um pesquisador, para que aprenda alguns comandos, eles vão aumentar a voltagem sobre diferentes eletrodos utilizando produtos químicos para favorecer ou reduzir as transmissões entre neurônios.

"Se o robô está num lugar e queremos que vá para a direita, podemos enviar um estímulo elétrico para dar-lhe ordem", indicou.

"Queremos compreender como se arquivam as lembranças no cérebro biológico, em relação a um cérebro de computador", advertiu, calculando que existem entre 50.000 e 100.000 neurônios em atividades no cérebro de Gordon.

Os ratos possuem no máximo um milhão de neurônios, os homens, 100 bilhões.

"Como no caso do ser humano, se o cérebro de Gordon não for estimulado com frequência, se atrofia. Pelo contrário, com estímulos, as conexões se reforçam e ele fica mais esperto", comentou Kevin Warwick.

"Nossos estudos estão relacionados também ao Mal de Alzheimer, no que se refere ao armazenamento da memória e como podemos reforçá-lo", continuou.

Fonte: AFP

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Os 15 mandamentos da pechincha

Os 15 mandamentos da pechincha

1. Antes de ir às compras, pesquise preços em jornais, panfletos, encartes e sites.

2. Defina quanto pretende gastar e não abra mão do abatimento até chegar à quantia definida.

3. Conheça bem as características do produto. Isso torna a argumentação com o vendedor muito mais fácil.

4. Não demonstre entusiasmo em levar o produto. Se notarem a empolgação, não terá toda a dedução possível.

5. Diga ao vendedor que estápesquisando os preços e fará a compra com quem oferecer a melhor oferta.

6. Se achar caro, diga em alto e bom som logo no começo da conversa. Em geral,as lojas oferecem vantagens em seguida.

7. Mostre humildade. Entrar em guerra com o atendente não ajuda em nada.

8. Trate o vendedor pelo nome. Em geral, ele ganha por comissão. Demonstre que, se ajudá-la, você voltará sempre.

9. Ofereça alternativas, dispensando acessórios em troca de uma reduçãozinha no valor final do item que está sendo negociado.

10. Em troca de deduções, tente excluir alguns serviços desnecessários, como a entrega. Mas só faça isso se tiver como retirar o produto, certo?

11. Quem faz o preço é a loja e não o fabricante. Portanto, se o vendedor vier com o papo de o objeto ter valor tabelado, desconfie! E argumente, claro.

12. Fale com o gerente. Com ele, pode ser mais simples conseguir algo.

13. Mesmo depois de alcançar o desconto desejado, continue pechinchando – qualquer centavo a mais é lucro! Quando perceber que não conseguirá mais redução, conclua a compra.

14. Quanto mais tempo negociar, melhores serão os descontos! Ninguém quer perder a venda após passar um longo período negociando com o cliente. Outra dica: após conseguir o benefício, já com a carteira na mão, peça um brinde.

15. Pague os pertences à vista. Melhor ainda: utilize dinheiro!

É bom lembrar...

... quem tem o dinheiro é você – e o vendedor sabe disso. Portanto, mesmo
passando o maior tempo pechinchando, se não gostar das condições de pagamento, não leve o produto. A função da loja é ajudá-la. Por isso, não se sinta obrigada a adquirir o item só porque "perderam" tempo lhe atendendo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Telefônica testa TV em três dimensões

Telefônica testa TV em três dimensões

A operadora de telefonia fixa Telefônica planeja testar em São Paulo, ainda este ano, um sistema de TV em três dimensões (3D), que não precisa de óculos especiais. "Com sorte, começaremos os testes no Brasil antes da Espanha", disse Raúl Ortega del Río, diretor da Telefónica Investigación y Desarrollo, empresa de pesquisa da operadora. Em parceria com a operadora de TV por assinatura TVA, de quem é acionista, a operadora vai oferecer o serviço via IPTV (vídeo via internet direto no televisor) para os clientes da região dos Jardins, em São Paulo, que possuem conexão de fibras ópticas. Na Espanha, onde também haverá um piloto, o IPTV da empresa se chama Imagenio.

A Telefônica demonstrou a TV 3D durante o evento da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) 2008, em São Paulo, com um aparelho da fabricante Philips. Para assistir os programas tridimensionais, o espectador precisa de um televisor especial. O modelo de 42 polegadas da Philips sai por 18 mil euros no Brasil, incluindo impostos e frete. "Hoje, a tecnologia é mais voltada para aplicações corporativas", disse Renato Secco, gerente da Philips. "Em três ou quatro anos, deve se tornar mais acessível ao consumidor."

O aparelho acaba com a necessidade dos velhos óculos de lentes verde e vermelha. A tela projeta imagens um pouco diferentes para o olho esquerdo e o olho direito, para criar a ilusão da tridimensionalidade. A TV usa pequenas lentes sobre os pontos vermelhos, verdes ou azuis, que formam a imagem. Essas lentes fazem com que sejam mostradas imagens tridimensionais para nove ângulos diferentes de visão. Quando o espectador fica entre dois ângulos, ele acaba vendo imagens duplicadas, como os "fantasmas" que aparecem na televisão analógica. Resolver o problema é fácil: é só se mover um pouco para o lado, para receber as imagens certas para o efeito 3D.

Fonte: Estadão

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Manto de invisibilidade está mais próximo, dizem cientistas

Manto de invisibilidade está mais próximo, dizem cientistas

Cientistas criaram dois novos tipos de materiais que podem curvar a luz na direção errada, o que representa o primeiro passo para um dispositivo de invisibilidade.

Um deles utiliza uma espécie de rede de camadas metálicas a fim de reverter a direção da luz, enquanto a outra usa finos fios de prata, ambos em escala nanométrica.

Ambos são chamados de "metamateriais", ou seja, estruturas produzidas artificialmente para gerar propriedades que não existem na natureza, entre as quais um índice negativo de refração.

As duas equipes estavam trabalhando separadamente sob a direção de Xiang Zhang, do Nanoscale Science and Engineering Center da University of Califórnia, Berkeley, com financiamento do governo dos Estados Unidos. Uma das equipes reportou seus resultados na revista Science e a outra na Nature.

Cada novo material trabalha para reverter a luz em comprimento de onda limitado, de modo que ninguém os utilizará para ocultar edifícios de satélite, disse Jason Valentine, que trabalhou em um dos projetos.

"Não estaremos na verdade lançando um manto sobre coisa alguma", disse Valentine em entrevista por telefone. "Não creio que as pessoas precisem se preocupar com a possibilidade de que alguém saia caminhando invisível, ao menos em curto prazo. Para ser honesto, estamos no começo da estrada que permitiria realizar algo assim".

A equipe de Valentine produziu um material que afeta a luz perto do espectro visível, em uma região usada em fibras ópticas.

"Nos materiais que ocorrem na natureza, o índice de refração, uma medida de como a luz se dobra em determinado meio, é sempre positivo", ele disse.

"Quando você vê um peixe na água, ele parece estar à frente de sua posição real. Ou, quando você coloca um pedaço de madeira na água, ele parece se dobrar e afastar de você", disse.

Essas são ilusões causadas pelas dobras da luz ao se mover entre a água e o ar.

Já a refração negativa obtida pelos cientistas de Berkeley seria diferente.

"Em vez de o peixe parecer um pouco à frente de sua posição real na água, ele pareceria estar acima da água", disse Valentine. "É bem estranho".

Fonte: Reuters

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Seis pessoas compraram software inútil

Seis pessoas compraram software inútil

Criador do software de US$ 999 que não faz nada diz que oito usuários compraram sua invenção.

Armin Heinrich, o desenvolvedor do software para iPhones que não tem utilidade alguma, falou ao jornal Los Angeles Times que oito pessoas compraram seu produto no iTunes. Logo depois, a Apple excluiu o software de sua loja.

Ao jornal, Heinrich lamentou a decisão da Apple e disse que não recebeu nenhuma explicação da fabricante do iPhone. Durante o pouco tempo em que ficou disponível, o software foi vendido para seis americanos, um francês e um alemão.

A idéia de Heinrich era oferecer um produto que só ricos pudessem comprar. Afinal, só alguém com muito dinheiro pode pagar US$ 999 por um produto inútil. Desta forma, o “I am rich” serviria para seus usuários mostraram aos amigos que, de fato, são ricos.

Heinrich definiu sua criação como uma “obra de arte”.

Fonte: Info Online

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Site facilita a criação de jogos casuais

Site facilita a criação de jogos casuais

Jogadores do setor casual e programadores curiosos têm mais um site para brincar, com o lançamento de PlayCrafter. Nele, é possível criar jogos simples mas que, não obstante, sejam criativos e divertidos, no que se chama hoje de "jogos casuais".

Segundo o site Webware, o PlayCrafter é um site que permite criar jogos que rodem direto na janela do navegador. A ferramenta de criação do site combina diversos mecanismos de física para webgames, e peças que podem ser arrastadas para um novo jogo, compondo games personalizados de acordo com os gostos do usuário.

O site conta com modelos de jogos como Pong, memória e golfe, bem como peças para serem aplicadas a novas criações. Todavia, games melhores surgirão apenas com conhecimento em programação por parte dos autores.

Outro aspecto interessante é que os jogadores podem testar games em desenvolvimento pela comunidade de programadores do PlayCrafter, que até o fechamento desta nota tinham criado 306 títulos.

Ferramentas de criação neste estilo não são novidade: há algum tempo a Microsoft já possui o serviço PopFly, e outro combatente no setor é o Sploder. Exemplos de sites que, com o PlayCrafter, mostram que a programação visual, mesmo que simples, já está ao alcance do público leigo.

O PlayCrafter pode ser acessado em playcrafter.com.

Fonte: Geek

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Midori da Microsoft já na incubadora

Midori da Microsoft já na incubadora

A Microsoft acaba de lançar um novo projeto visando criar o Midori, um sistema operacional baseado inteiramente na internet, que eventualmente irá substituir o Windows.

O Midori pretende acabar com a dependência do Windows em um único computador, criando um sistema operacional leve e portátil que poderá ser facilmente acoplado à diversas aplicações.

O projeto Midori está sendo encarado como a resposta da Microsoft à tendência da “virtualização” adotada por seus rivais para lidar com o uso crescente de vários dispositivos para receber e armazenar dados no computador.

Dave Austin, diretor europeu de produtos da Citrix, explica que o sistema operacional do Windows está ligado diretamente às ferragens de um computador particular. Isso gera dependência em uma única máquina.

Segundo Austin, o Windows tem dificuldade em se adaptar ao mundo moderno onde as pessoas estão mais ambulantes e livres em relação aos aparelhos que utilizam para arrecadar e armazenar dados.

Quando interrogada sobre o Midori pela rede britânica BBC, a empresa desconversou, afirmando em relato: “O Midori é um entre muitos projetos da Microsoft em fase de incubação. Agora é simplesmente cedo demais para falar sobre ele”.

Darren Brown, chefe do centro de dados da consultora Avanade, explica que a virtualização se estabeleceu primeiro nos grandes centros de coleta de dados de empresas com um número significativo de servidores.

Servidores remotos

Acrescentar aplicações aos servidores – por exemplo, um dispositivo de e-mail ou um banco de dados – gerava diversos problemas quando as máquinas precisavam de manutenção ou de um aplicativo de segurança. Ao colocar servidores virtuais nas máquinas, as empresas puderam reduzir o número de computadores que manejavam e usá-los para mais coisas. Ainda por cima, se um servidor falhasse, a aplicação virtual poderia ser utilizada por outra máquina.

– A economia maior aconteceu em relação ao gerenciamento dos aparelhos e licenciamentos associados – disse Brown. – Temos menos lataria para manejar.

Uma máquina virtual, como seu nome implica, é uma cópia em software de um computador, equipada com um sistema operacional e outros programas relacionados.

– O valor do Windows, do que esse produto representa hoje, vai diminuir enquanto mais aplicações se mudam para a internet, e a Microsoft precisa se lançar à frente disso – ressaltou Michael Silver, vice-presidente de pesquisa da Gartner. – Ficaria surpreendido se isso não estivesse por vir.

Fonte: JB Online

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Site usa falha para descobrir sexo do usuário

Site usa falha para descobrir sexo do usuário

A existência de históricos de navegação em programas como Internet Explorer e Firefox leva a uma falha na privacidade dos internautas já conhecida há muito tempo. Com um pouco de conhecimento, um programador web é capaz de descobrir por quais sites o visitante de seu site passou. Agora, um destes programadores criou um mecanismo para descobrir o sexo do visitante baseado nestas informações.

O site The Register explicou que a ferramenta em JavaScript não tem eficácia comprovada, mas é uma forma de lembrar como é fácil para um programador descobrir os rastros de navegação de seus visitantes, mesmo que suporte ao código JS esteja desabilitado.

No site da ferramenta, acessível pelo atalho tinyurl.com/6xmego, seu criador informa que não há motivo para desconfiança, já que nenhuma informação de histórico está sendo armazenada, e que a análise é feita apenas "por diversão".

Fonte: JB Online