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quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Google e Nasa firmam acordo para disponibilizar dados

Google e Nasa firmam acordo para disponibilizar dados

Imagens detalhadas em 3D da Lua e de Marte estarão disponíveis em breve na internet depois do acordo firmado entre a empresa líder no setor de buscas pela rede, Google, e a agência espacial americana, a Nasa.
A Lei de Acordo Espacial, assinada na segunda-feira, vai colocar "as informações mais úteis da Nasa na internet".


Informações meteorológicas em tempo real e as posições da Estação Espacial Internacional e de naves também poderão ser incluídas.
O acordo também verá cientistas das duas instituições trabalhando juntos para resolver complexos problemas computacionais.


"Este acordo entre a Nasa e o Google vai permitir, em breve, que cada americano possa ter a experiência de um vôo virtual sobre a superfície da Lua ou sobre os canais de Marte", disse o administrador da Nasa Michael Griffin.


O acordo vai fazer com que o "trabalho de exploração da Nasa seja acessível a todos", acrescentou.
Recurso público


O acordo formaliza uma parceria iniciada em 2005 quando a Google concordou em abrir um escritório de estudos no Centro de Pesquisa Ames da Nasa.


As duas organizações afirmaram que agora vão colaborar em uma série de áreas incluindo adicionar informações coletadas pela Nasa na ferramenta de mapeamento Google Earth.
Outros projetos podem incluir a busca por novas formas para humanos interagirem com computadores e também usarem o conhecimento do Google para acelerar o processo de procura por enomes quantidades de dados coletados pela agência espacial a cada ano.


"A Nasa coletou e processou mais informação sobre nosso planeta e universo do que qualquer outra entidade na história da humanidade", disse Chris Kemp, diretor de desenvolvimento de negócios estratégidos da Ames.
"Mesmo que esta informação tenha sido coletada para benefício de todos, e muito está sob domínio público, a vasta maioria desta informação está espalhada e é difícil para leigos acessarem e entenderem."
O Google já fornece parte das informações da Nasa por meio de programas como Google Marte, uma mapa interativo que permite que usuários explorem mapas da superfície do planeta.


Outro serviço, o Google Lua, deixa que usuários vejam os locais dos pousos na Lua.
As duas organizações afirmam que, atualmente, estão finalizando uma série de novas colaborações incluindo "produtos, instalações, educação e missões".


"Temos o prazer de progredir para colaborar com uma variedade de desafios técnicos por meio da assinatura da Lei de Acordo Espacial", disse Eric Schmidt, diretor executivo da Google.

Fonte: BBC

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Imãs são risco para quem usa marca-passo, diz estudo

Imãs são risco para quem usa marca-passo, diz estudo
Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, afirmam que potentes objetos magnéticos usados em muitos outros produtos comerciais, como discos rígidos de computadores, fones de ouvido, auto-falantes e até bijuterias e brinquedos, podem interferir no funcionamento de marca-passos e, em última instância, levar à morte.

Para isso, bastaria, segundo o estudo, uma proximidade de cerca de 3 centímetros dos imãs de neodímio ferro boro (NDFB), de aparência prateada e brilhante, e alta potência magnética.

Esses tipos de imãs foram criados recentemente e vêm ganhando cada vez mais espaço por seu alto magnetismo.

Em comparação, os imãs comuns, de ferro comum ou ferrite, que têm uma cor acinzentada e fosca, são muito mais fracos e não apresentam riscos aos usuários de marca-passos.

Estudo

Os cientistas testaram o efeito de imãs NDFB em 70 cardíacos, 41 deles usuários de marca-passos e 29 com cardioversores-desfibriladores implantáveis.

A partir de uma distância de 3 centímetros, os objetos magnéticos de apenas 8 gramas interferiram no funcionamento de todos os aparelhos, independentemente de marca ou modelo.

Os pesquisadores afirmam ainda que imãs maiores possivelmente causariam interferências de distâncias mais longas.

Os equipamentos voltaram a funcionar normalmente depois que os imãs foram afastados, mas os cientistas alertam para o risco de danos permanentes se eles forem expostos ao magnetismo por longa duração, como por exemplo, no uso de crachás magnéticos.

Os responsáveis pela pesquisa recomendam que as embalagens de equipamentos para cardíacos alertem para os riscos potenciais da exposição a imãs.

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